Se, num surto de honestidade, os vereadores resolvessem moralizar a Casa do Povo, poderiam iniciar botando em prática a seguinte sugestão: reduzir, dos atuais trinta e cinco para sete, o número de assessores. Estes atuariam como assessores políticos. Promover curso de capacitação em técnicas legislativas, visando à realização de um Concurso Público para a contratação de assessores técnicos (quinze, no máximo) que serviriam a todos os vereadores, de acordo com suas necessidades, justificadas perante a administração da Casa. Quando houvesse necessidade de uma assessoria mais complexa, a Casa a contrataria por tempo determinado.
Não há justificativa moralmente defensável para o número atual de assessores. Na década de 90 cada vereador dispunha de, apenas, dois assessores. Por que um vereador angrense tem mais assessores do que um deputado federal?
O município economizaria mais de R$ 5.000.00,00 (cinco milhões de reais) por ano.
Infelizmente dependemos de um surto de honestidade.
Com a palavra e, sobretudo, a ação, os nobres vereadores.
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